mwmdev :: reviews ::creating and developing http://mwmdev.com pt Windows 7 beta 7000 - Quick review Depois da CES, a maior feira internacional onde se concentram todos os anos os novos produtos da mais alta tecnologia, informática e entretenimento, a Micro$oft (MS) lançou o Windows 7 beta. Para já só tem este nome. No final do discurso e da apresentação do Steve Ballmer, que abriu a feira deste ano, ele anunciou que o Windows 7 beta ia estar disponível para os subscribers Technet, MSDN e para os primeiros 2,5 milhões de utilizadores que decidissem sacar para testar e ajudar a detectar bugs, verificar compatibilidades, estabilidade e sugerir mudanças. Acontece que no dia seguinte os servidores da MS onde estavam alojadas as cópias para os 2,5 milhões de users sacarem, foram abaixo. A MS resolveu o problema e entretanto, como membro da MSDN e Technet, já arranjei a minha chave e licença para utilizar o Windows 7 Beta Build 7000 (a primeira versão).<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_1.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> <span class=topic>Setup</span><br /> <br /> Antes de usar o novo Windows 7 li várias reviews e vi alguns vídeos, o da apresentação na CES inclusivé. Decidi meter mãos à obra. Peguei num disco 2.5" de portátil, SATA 5400 rpm, liguei-o ao desktop e criei uma partição de 50 GB. Segundo li, 5 GB são suficientes mas convém deixar uma margem para alguns programas a testar. Como tinha espaço para gastar foram os 50 GB. Criada a partição, gravado o ISO num DVD e anotada a serial-number fornecida pela MS meti o DVD no leitor e meti o cronómetro a contar. A instalação não podia ser mais simples. Depois de escolhido o disco (ou partição do disco) onde queria instalar o Windows 7, tudo a seguir foi automatico. Em poucos minutos estava a inserir o meu username e password. Depois de um último restart, rapidamente estava no Windows. Passaram-se 20 minutos. De notar que o disco em questão dá apenas 5400 rpm. Num sistema com discos 7200 rpm com raid0 ou mesmo 10K rpm velociraptors, a instalação deve ficar concluída em 15 minutos mais ou menos. Portanto, logo de início vemos um sistema com uma instalação relativamente rápida e com quase tudo a funcionar.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_5.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Tive um overall score de 3.9 porque tanto o Windows Vista como o Windows 7 dão o resultado por baixo (menor valor), neste caso por causa do disco.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_6.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> <span class=topic>Primeiras impressões</span><br /> <br /> O Aero vinha activo de início. A resolução nativa do monitor vinha activa (1680x1050: 22"). Não tinha a placa de rede da motherboard instalada de origem mas uma simples ida ao site da ASUS (ou através do CD) resolveu o problema. Usei as drivers para o Vista 32. Segundo li, o Windows 7 é retro compatível com o Windows Vista em termos de software e drivers (excepto raras excepções). Aproveitei e meti o Avast também. Tudo certinho. Instalei as drivers da 4870. A ATI lançou umas beta próprias para o Windows 7.<br /> <br /> <span class=topic>Mudanças e novas features</span><br /> <br /> Algo que salta à vista logo de início é a nova "superbar". Uma barra de tarefas que tanto é taskbar como dock (à la Mac OS X). O utilizador arrasta para a barra os icons dos programas que mais utiliza. Em qualquer instante, se o programa estiver aberto, o icon terá um rectângulo à volta. Se o programa tiver várias janelas abertas (mais do que 1) terá 1 rectângulo com uma espécie de aba. Quando se abre um programa que não está "pinned" na barra, este funciona como nos Windows antigos.<br /> <br /> Como no Windows Vista, quando o ambiente Aero está activo, quando passamos o rato por cima dos icons dos programas abertos, abre-se um preview thumbnail. No Windows 7 a MS foi mais longe. Agora, se existirem várias janelas da mesma aplicação abertas (ou tabs no IE, por ex.) são agrupadas thumbnails (quando ultrapassam um número X, voltam a modo de lista vertical como no XP). Agora é também possível passar o rato por cima de cada thumbnail e o Windows mete visível a janela relativa e mete todas as outras transparentes.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_2.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Chamam-lhe Aero Peek e é usado noutra funcionalidade: no canto inferior direito, existe um botão que ao passar-se o rato por cima, mete todas as janelas transparentes, mostrando o desktop e ao carregar funciona como o "Show desktop" dos Windows anteriores, vai para o desktop.<br /> Existe ainda outra funcionalidade interessante chamada Aero Shake: ao agarrarmos no topo de uma janela (sem largar), se agitarmos, todas as janelas excepto a que estamos a agarrar, são minimizadas e se voltarmos a fazer o mesmo, as janelas voltam às posições onde estavam.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_8.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Uma funcionalidade que acho que devia existir há muitos Windows atrás é a seguinte: suponhamos que queremos ter dois documentos lado a lado (duas janelas) para podermos comparar rapidamente sem ter que andar com trocas e alt+tab. Agora, basta pegar no topo de uma janela e arrastá-la para um dos lados e aparece um preview transparente de onde a janela vai ficar quando largarmos. Ao arrastarmos para a direita, aparece um rectângulo desde o centro até à direita e ao largarmos a janela fica com essa dimensão. O mesmo se sucede para a esquerda. É muito prático e é algo de uma interface de um sistema operativo com gestor de janelas que devia existir há muitas versões atrás. Também é possível arrastar a janela para o topo e ela maximiza ou para baixo e fica com o tamanho anterior. As imagens seguintes demonstram:<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_11.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_12.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_13.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_14.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_15.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Para substituir e limpar o "tray", a zona da direita da taskbar (notification area), a MS acrescentou, de origem, uma seta para cima onde incluem todos os novos icons que antigamente iam para aquela zona do tray. É possível definir-se quais os que se quer sempre visíveis, os restantes vão para a nova janelinha.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_16.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_17.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Como no Linux (Gnome e KDE), existe agora uma aplicação para ter notas (post-it) no desktop. Para além disso, existe um Gadget Desktop Manager que permite adicionar uma data de gadgets no desktop como no Mac OS X com o Dashboard e no KDE com os widgets. No entanto estes estão sempre visíveis no desktop e podem ficar com alguma transparência.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_26.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> <span class=topic>Conclusões</span><br /> <br /> Não tive muito tempo a testar tudo e mais alguma coisa mas para uma primeira fase, notei que, para uma versão beta, o Windows 7 está muito sólido e consistente. A única "falha" que notei foi no CCC (Catalyst Control Center) da ATI que ao abrir e aparece na barra, aparecia em dois icons separados. Tentei adicioná-lo à barra ("pin") para ficar lá como favorito e depois abri-lo e mesmo assim ele abre em dois sítios embora tenha só uma janela.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/windows_7_build_7000_19.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Corri alguns jogos e testes de benchmark e tudo é igual ao Windows Vista. A performance é relativamente igual. O SO em si parece-me mais leve. E mesmo a carregar de boot não é lento, não esquecendo que foi feito através de um disco 2.5" de apenas 5400 rpm. Gostei bastante das melhorias da interface e da fluidez de tudo. Ficam as restantes imagens.<br /> <br /> <script type=text/javascript src=http://albuns.mwmdev.com/config/generate.js></script><script type=text/javascript>generate(103);</script><br /> <a href=http://albuns.mwmdev.com/config/generate.php?albumId=103>Album</a> Thu, 15 Jan 2009 20:55:00 GMT http://mwmdev.com/reviews/255/Windows-7-beta-7000 Dlink Switch Gigabit - DGS-1005D Fiz um upgrade à minha rede local. Comprei um switch gigabit da Dlink. Por sinal era o mais barato que estava na loja (na Globaldata). Arranjei o DGS-1005D. Tem suporte gigabit e os outros standards também, portanto funciona a 10/100/1000. Com os backups e os filmes em HD passarem em stream, passavam gigas e gigas pelo router. O router é um Linksys WRT54G v5 que, até agora, se aguentou muito bem. Tem um firmware alterado pela DD-WRT que permite configurar muito mais definições do que o original da Linksys (até overclock dá para fazer!). Como o tráfego que passava no router já era altura de arranjar outra solução. Assim, o router passa a servir apenas de servidor DHCP, DNS e wireless access point (AP). O switch fica, então, a receber de um output do router (de onde vem a ligação de internet por cabo), e depois fica com 4 entradas disponíveis.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/dlink_switch_gigabit_DGS-1005D-Green_01.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Usando as portas ethernet do router, consigo velocidades de transferência à volta dos 2/3 MB/s (megabytes/s). Teoricamente, só com uma ligação (2 pontos) por ethernet 100mbps, é possível chegar-se a 1/8 em MB/s ou seja, a 12,5 MB/s e na prática 8 MB/s. No entanto, o router tem mais ligações feitas e o wireless e como tal não consegue dar à rede essas velocidades. O Switch, com ligações ponto-a-ponto gigabit, consegue, teoricamente, 125 MB/s, 10x mais rápido. Como estou a misturar ligações 100 e 1000 no switch, este perde eficiência. Estou a conseguir transferir entre dois pontos com placas ethernet gigabit, entre 26 e 30 MB/s, o que já não é mau de todo. Demora cerca de meio minuto (35s) a enviar 1GB (1024 MB). Para backups dá muito jeito, é praticamente instantâneo a fazer os sincronismos entre duas pastas de rede e a copiar filmes ou outros ficheiros muito grandes. Para stream também é uma vantagem porque consigo ter várias ligações ao servidor e a visualização é continua (sem breaks) e sem ter de esperar. A única vantagem é de ser com cabo. Tenho uma zona na cave que ainda vai ter de levar cabo e precisa de umas ligações fora de casa. Vão ser precisos uns 50/60 metros de cabo ethernet, sendo que para ligações gigabit, a categoria mínima é CAT5E.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/dlink_switch_gigabit_DGS-1005D-Green_02.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Este bicho está disponível na <a href="http://www.globaldata.pt/?searchToken=1005d&p=SearchPage#?p=ProdDetail&ProdId=10349">Globaldata</a> por cerca de 40€. Aprovado. Sun, 23 Nov 2008 17:27:29 GMT http://mwmdev.com/reviews/247/Dlink-Switch-Gigabit World of Warcraft - a droga World of Warcraft é um MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Playing Game) que conjuga o online massivo de jogadores reais com personagens controladas por computador. Existem duas versões do jogo, a americana (US) e a europeia (EU-UK). Em cada versão existem servidores dedicados ao jogo, os chamados realms. Cada um tem um estilo de jogo um pouco diferente, uns só com online, outros com online e AI (artificial intelligence), etc. Em média, cada realm tem cerca de 4000 jogadores reais sendo que no total, a Blizzard (produtora do jogo), anunciou, recentemente, que atingiram a marca dos 11 milhões de jogadores. É um número bastante impressionante naquele que se tornou o jogo de computador online mais jogado de todos os tempos.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/WoWScrnShot_111608_165202.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Num misto de matos, desertos, cidades, castelos, mares, rios, entre outros tipos de habitats, existem vários continentes e dezenas de cidades e vilas. Não sei quantos tipos de criaturas e animais. Alguns reais, outros nem por isso. Com duas facções principais, a "Alliance" e a "Horde", 10 classes, "Death Knight", "Druid", "Hunter", "Mage", "Paladin", "Priest", "Rogue", "Shaman", "Warlock e "Warrior", disponíveis para 10 raças, "Blood Elves", "Draenei", "Dwarves", "Gnomes", "Humans", "Night Elves", "Orcs", "Tauren", "Trolls" e "Undead". O objectivo máximo do jogo é atingir um nível de experiência de 80 unidades (até agora) sendo que este limite vai aumentando a cada saída de uma nova expansão (vai em 2 novas expansões). Dentro de este mundo virtual, existem quests para se cumprir onde se ganham itens, como armamento, feitiços, roupas, armaduras, dinheiro e principalmente experiência. É possível fazer quests em conjunto com outros jogadores reais, as chamadas parties. A experiência e a colheita de itens é dividida pelo número de jogadores da partie.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/WoWScrnShot_111608_183916.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Ainda não explorei 1/10 do mapa do jogo. Sou um Orc Warrior level 13 (agora). Podem-me encontrar na versão europeia no realm "Burning Steppes" com a criatura "Mwm". Agora não me apetece falar mais do jogo. Vou jogar...<br /> <br /> <a href="http://www.wow-europe.com/en/index.xml">http://www.wow-europe.com/en/index.xml</a><br /> <br /> <script type=text/javascript src=http://albuns.mwmdev.com/config/generate.js></script><script type=text/javascript>generate(96);</script><br /> <a href=http://albuns.mwmdev.com/config/generate.php?albumId=96>Album</a> Thu, 20 Nov 2008 22:27:21 GMT http://mwmdev.com/reviews/244/World-of-Warcraft Powercolor HD4870 PCS+ Edition 512 - review Andei indeciso entre NVIDIA e ATI, resolvi ir para ATI. Melhor (muito melhor) relação qualidade/preço. A grande vantagem para as NVIDIA é terem garantia vitalícia. Ao ir para ATI, estava indeciso entre 2 modelos principais: 4850 e 4870. Sendo que para cada uma delas, podiam ter 512Mb ou 1Gb de ram dedicados. Além disso, havia a versão Powercolor já com overclock: PCS+ Edition. Entre as várias 4850 e 4870, decidi ir para a Powercolor e para a 4870 PCS+ 512. É uma placa bastante económica e um pouco melhor que a 4850.<br /> <br /> <img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/powercolor_hd4870_pcs+_512_6.jpg" class="postImg" /><br /> <br /> Para um extreme-gamer, esta é sem dúvida uma excelente placa gráfica. E com crossfire é possível ter 2 bombas no PC por 450€. Sendo que uma NVIDIA do mesmo nível custa os mesmos 400€.<br /> Mal a montei tratei de arranjar as últimas drivers e onde a comprei, na <a href="http://pcdiga.com/pcdiga/">PCDiga</a>, no <a href="http://www.pcdiga.net/">fórum</a>, recomendaram-me as Catalyst 8.10 que desde já podem sacar aqui, via rapidshare:<br /> <br /> <div class=code>http://rapidshare.com/files/153706456/V8.54-RC2-080910a-069487E-ATI_XP.part1.rar<br /> http://rapidshare.com/files/153711654/V8.54-RC2-080910a-069487E-ATI_XP.part2.rar<br /> http://rapidshare.com/files/153712591/V8.54-RC2-080910a-069487E-ATI_XP.part3.rar</div><br /> <br /> Tive de as sacar pois têm uma feature importante, dá para regular a velocidade da fan manualmente. Precisei disto pois a placa tem um bug (pelo menos considero-o assim). Em idle, a fan, de 10 em 10 segundos, manda um sopro com a fan a 100%, durante 2s e fica nisto o tempo todo. Ou seja, mal o sensor sente que a temperatura passou um limite X, lá vai a besta soprar para arrefecer. Lá meti em manual e agora está bom. 25% em idle com 48º no GPU e meto a 55% em full load quando vou jogar e chega aos 70º mas não é mau. Até ao natal estou a pensar em meter-lhe água, e no CPU também.<br /> <br /> Instalei logo o Crysis, curti (bastante até). Fui ao Steam comprar o Crysis Warheads e o Wars (22€) sendo que o Wars é só online e é estupidamente rápido a jogar-se. A acção é brutalmente acelerada e quase não se tem tempo para se pensar quando o servidor tem mais de um X perante o recomendado do mapa.<br /> Fiz, ainda, um stress-test ao HL2 Lost Coast com tudo no máximo e a 1680x1050 e deu Average: 200.77 FPS.<br /> <br /> <center><img border=0 src="http://albuns.mwmdev.com/pictures/hl2_lost_coast_stress-test_results.JPG" class="postImg" /></center><br /> <br /> Vou fazer mais uns testes e ver se começo a pensar nas peças para o watercooling. Fiquem com as imagens da montagem.<br /> <br /> <script type=text/javascript src=http://albuns.mwmdev.com/config/generate.js></script><script type=text/javascript>generate(84);</script><br /> <a href=http://albuns.mwmdev.com/config/generate.php?albumId=84>Album</a><br /> <br /> Testes e screens dos testes para depois. Fri, 17 Oct 2008 00:53:50 GMT http://mwmdev.com/reviews/234/Powercolor-HD4870-PCS+-Edition-512 Google Chrome - beta Saquei a meio da tarde a primeira versão do Google Chrome: o novo browser web criado pelo Google.<br /> Começou por ter um guia e explicação em forma de BD e agora já tem site próprio. Foi lançando com 44 idiomas incluindo português de Portugal.<br /> <br /> Após a instalação, dei a volta às opções e tentei "descobrir" a interface. Á primeira vista pode-se dizer que tem os comandos mínimos essenciais de interacção num site e esconde tudo o que não interessa, tendo dois botões no canto direito, ao nível da <i>address-bar</i> que têm <i>drop-down-menus</i> com opções avançadas.<br /> <br /> Depois de gostar do que via, passei a testes.<br /> O Chrome, segundo a BD e mais informação que já li, não é um único processo enquanto browser. Cada tab e página abertas, têm o seu processo e portanto, funciona como o SO, ao gerir processos. Quando há um site que tem um erro e crasha, os outros mantém-se independentes e respondem ao utilizador. Mais: quando no Firefox um utilizador fecha uma tab, o Firefox liberta memória da informação utilizada pelo site que estava nessa tab. No entanto, a memória e o espaço de endereçamento do Firefox começa a fragmentar-se e chega-se a um ponto em que uma tab fechada não liberta totalmente a memória.<br /> No Chrome isso acontece porque ao fecharmos uma tab com um site, estamos, na verdade a fechar um processo, sendo que o SO liberta toda a memória dependente do processo não deixando rastos.<br /> <br /> Comecei a comparar o FF com o Chrome para ver a gestão da RAM.<br /> Primeiro abri em ambos os browsers a página <i>about:blank</i>, depois, abri o GReader e o GMail. Seguiram-se alguns sites que costumo aceder, Digg, YouTube, del.icio.us, e em seguida, uma data de sites de notícias que tenho numa pasta de bookmarks (bookmarks esses que entraram direitinhos no Chrome após um import).<br /> Á medida que os abria fui comparando o estado da memória graças a uma funcionalidade do Chrome que é um Task Manager só do browser que nos chega a mostrar as estatísticas do uso de RAM, entre outras coisas, de outros browsers que estejam, nesse momento, abertos. Confiram nas imagens.<br /> <br /> Após ter mais de 20 tabs abertas, o FF penso que se dá melhor e fica bastante fluido. O Chrome engasga-se um pouco e demora mais tempo a abrir todas as tabs, visto tratarem-se de processos.<br /> Provavelmente, em Linux, seja mais rápido (não fazem ideia do peso que é criar um processo em Windows... coisa mais mal-feitinha).<br /> Sucede-se o mesmo com o fechar das tabs. No FF, carregamos com o botão do meio do rato (roldana) por cima das tabs e, uma a uma, fechamo-las sem interrupção nem lentidão. No Chrome, tudo demora mais devido ao SO ter que libertar RAM e gerir os processos por fora em vez de serem tarefas (threads) dentro de um único processo (o browser em si, como no caso do FF).<br /> <br /> No geral tem uma interface agradável e uma usabilidade muito bem estudada. É óbvio que nem toda gente abre 20 tabs de uma vez mas são aspectos a ter em conta.<br /> O Chrome tem ainda incluído um parser de JavaScript de seu nome V8 criado especialmente para acelerar o uso desta linguagem nas <i>webapps</i>.<br /> <br /> Embora seja uma primeira versão e Beta, mostra ser um browser com capacidade de acompanhar o FF e poder vir a cativar muita gente.<br /> Embora o FF seja um excelente browser, nem toda gente que usa o IE da m$ sabe dele nem quer ter o trabalho de o instalar. No entanto, muitas dessas pessoas usam Gmail ou mesmo o Google Reader, sem falar no search, e portanto vão, com certeza ouvir falar no Chrome e, por este ter selo de qualidade Google, vão querer descobri-lo, tornando-se o Chrome assim, o browser mais temível para a Mozilla e para o Firefox em particular.<br /> <br /> Concluindo, espero ainda ver como vão gerir os plugins (tipo site com base de dados e utilizadores a partilharem-nos) e algumas features que o Firefox tem estudas há muito tempo e que dão muito jeito.<br /> <br /> Ficam as imagens das estatísticas ao longo das tabs a serem abertas com os sites.<br /> Imagens do browser em si, em posts anteriores.<br /> <br /> <script type="text/javascript" src="http://albuns.mwmdev.com/config/generate.js"></script><br /> <script type="text/javascript">generate(47);</script> Tue, 02 Sep 2008 23:57:07 GMT http://mwmdev.com/reviews/170/Google-Chrome Metisse - mandriva linux Há uns anos usei o Mandrake Linux. Mais uma distribuição. Na verdade foi a primeira que experimentei, mesmo ante do Red Hat. De facto o Mandrake acabou e surgiu o Mandriva. E associado a ele, surgiu uma aplicação que tem uso exclusivo nele, e que se chama Metisse. Metisse é um window manager capaz de criar o desktop virtualmente acessível. Isto é, tem a capacidade de produzir efeitos no ambiente gráfico de modo a ajudar a visualizar o conteúdo presente no ecrã. Por exemplo, já deve ter acontecido, com certeza, quererem pôr em paralelo duas janelas para conseguirem ter acesso visual, ao mesmo tempo, a ambas. Por exemplo, estão a elaborar um texto sobre um tema qualquer e ao mesmo tempo têm o browser de internet aberto numa certa página para recolher informação sobre esse tema. Acontece que nos monitores mais pequenos, isso fica um bocado complicado. Existem as opções de Tile windows vertically/horizontally mas fica tudo muito pequeno. Então aparece o Metisse que, de entre outros efeitos e opções, põe em paralelo, duas janelas do ambiente gráfico dando uma noção de perspectiva e profundidade às janelas, para que se possa visualizar o conteúdo em simultâneo.<br /> <br /> Mas não existe só este efeito de perspectiva com janelas. O Metisse vem ainda com um copy paste a dois clicks. Não cheguei a perceber se são só de selecção mais paste ou se tinha mais comandos envolvidos mas é bastante interessante. Outra feature muito interessante e útil é a de poder ter uma janela e a sua cópia duplicada reflectida. Por exemplo, estamos numa mesa a falar com alguém que está de frente para nós e pegamos no nosso PC e queremos mostrar uma fotografia ou um site ou qualquer conteúdo de um janela presente no ambiente gráfico. Simplesmente utilizamos esta característica do Metisse e automaticamente, a janela é reflectida para a outra pessoa ver como nós a vemos. E ainda todo o conteúdo e todas as interacções que façamos do nosso lado, acontecem do outro lado, desde scroll, resize, move, etc.<br /> <br /> E ainda não se fica por aqui. O Metisse apresenta um modo gráfico de gerirmos os ambientes. Em Linux é possível termos mais do que um desktop. E com o Metisse, a coisa torna-se mais interessante uma vez que podemos ter um live preview de tudo o que se encontra aberto em todos os desktops e ainda arrastar janelas de um lado para o outro.<br /> <br /> Com o aparecimento do 3D cube, com as parecerias e os projectos do XGL, do AIGLX, do Compiz e do Beryl, o ambiente gráfico no Linux já não é o que era. Tem tão ou mais funcionalidades e potencialidades do que um MAC OS X ou que um Windows Vista. No entanto, e como o próprio lema do Metisse diz: “This is not a 3D desktop.“. Por isso não pesa tanto, embora tenha imensas funcionalidades gráficas o que torna a interacção com as aplicações e o trabalho dos utilizadores mais rápido e eficiente. Para verem o resto das funcionalidades arranjei uns vídeos com as demonstrações de alguns dos aspectos aqui mencionados. Wed, 15 Aug 2007 13:03:16 GMT http://mwmdev.com/reviews/20/Metisse PSP - playstation portable Comprei há pouco tempo este brinquedo. Custou-me precisamente 199.99€. Penso que foram, quase, 200€ bem empregues. Na altura da compra estava indeciso entre ele e o iPod Nano 2Gb. Ganhou a PSP e não me arrependo nada. Tem a possibilidade de tocar videos e música, ver fotografias, jogar e aceder à internet via wireless.<br /> Tem um formato de leitura de videos como o DVD: o UMD [Universal Media Disc]. Com o aparecimento do Memory Stick Pro Duo, é possível ter até 4Gb num cartão dentro da PSP. Eu comprei o de 1Gb e tenho me safado bem. Tem várias compatibilidades de codecs quer no som, quer no video, quer na imagem:<br /> Audio: MP3, ATRAC3, WMA, AAC, WAV, MP4 [AAC, 3GP];<br /> Video: MPEG-4 [MPEG-4 Part 2, MPEG-4 Part 10 (H.264/AVC)], SWF [Adobe Systems Flash];<br /> Imagem: JPEG, GIF, BMP, TIF, PNG;<br /> Parece que está previsto sair para o mercado uma câmera e um GPS como acessórios para a PSP, anunciados na E3 2006. Vão dar jeito! Mon, 13 Aug 2007 01:31:11 GMT http://mwmdev.com/reviews/22/PSP Windows Vista - rc1 Descarreguei ontem à noite o Windows Vista RC1 [Release Candidate 1]. Como estou no IST, tenho algumas regalias como estudante e como tal, existe um acordo entre o IST e a Microsoft: MSDNAA [MSDN Academic Alliance]. Através deste acordo, tenho acesso à maior parte do software produzido pela Microsfot, desde o Windows a .NET e Visual Studio, entre outros. Devido a estar registado na MSDNAA, recebo mensalmente a newsletter da Technews da Microsoft, e lá vinha, há uns tempos, a opção de descarregar a versão beta da próxima geração do sistema operativo da Microsoft, o Windows Vista. Com ela vinha anexada a product key que ser-me-ia pedida a quando da instalação. Decidi instalar. Após descarregar o ficheiro *.iso de 2.7Gb, gravei-o, como imagem, num DVD-R. Após a gravação, corri o DVD e comecei a instalação. Fui, desde logo, advertido de que poderia haver software que não funcionaria bem no Vista. Desinstalei as tas aplicações e prossegui. Pediram-me a product key e depois de a inserir tive a oportunidade de escolher entre dois modos, upgrade e fresh install. Escolhi a opção upgrade porque não queria perder todos os programas e jogos que tenho actualmente instalados. Após esta fase de recolha de informação sobre o sistema, começou a instalação. Após 45 minutos de instalação e alguns reboots, estava, finalmente, no Windows Vista. Num aspecto geral é um ambiente muito mais bonito que o do Windows XP, embora este tenha tido uma grande evolução perante o Windows 98 SE. O Windows Vista vem com o Windows Explorer renovado e com um aspecto gráfico conhecido como Aero Glass, que dispões de alguns efeitos no movimento das janelas e a transparência nas mesmas. Tenho uma ATI x700 Pro 128Mb e está tudo muito fluido. Existe, como sempre, a opção de escolher o theme original do Windows para os PCs que não suportem o ambiente gráfico Aero Glass. Posto isto, reparei que tinha automaticamente sido configurada a minha ligação à Internet via wireless. Parecia estar tudo a funcionar. Corri uma série de aplicações que vêm com o Vista como o Windows Calendar, Windows Photo Gallery, Windows Mail, Windows Media Player, entre muitos outros e tudo estava a funcionar. Logo a seguir experimentei correr aplicações que já estavam instaladas previamente à instalação, como o Adobe Photoshop e o 3D Studio Max. Ambos arrancaram na perfeição embora o 3D Studio Max tinha alguns problemas com as views. Passando aos jogos, corri o Live For Speed [LFS], que no Windows corre a cerca de 100fps [frames por segundo], com os gráficos no máximo, resolução máxima e com o maior número de carros em pista possível, e deu-se bastante bem até, obtendo 87fps. Talvez o Windows Vista venha a funcionar melhor com os novos computadores que saírem com a versão final, com os processadores Dual Core Duo e com a nova geração de placas gráficas ATI e NVIDIA. No geral gostei bastante das funcionalidades do Windows Vista, mas ainda deixa muito a desejar em termos de desempenho. Para além disto, o Windows Explorer deixava de funcionar e reiniciava-se sozinho. Não cheguei a perceber bem o que o levava a crashar mas quando abria algumas janelas e as arrastava de um lado para o outro, parecia que ficava sobrecarregado e tinha de reiniciar. Ficam aqui alguns screenshots que tirei. Já agora, estou neste momento a criar este artigo no Windows Vista. Mon, 13 Aug 2007 01:30:11 GMT http://mwmdev.com/reviews/21/-Windows-Vista Operating System - chose Embora já mexa em PCs há quase 10 anos, a grande parte do tempo foi a usar Microsoft [MS] Windows, ou DOS, no início. Começando com um 486, não havia muito sistema operativo para escolher. Ao avançar para um Pentium 166MHz, alguém lá instalou o Windows 95 [possivelmente o meu pai]. Passava lá algum tempo, mas como não tinha muito mais coisas para fazer se não escrever no wordpad e jogar solitário, rapidamente me fartava. Comecei a apanhar o esquema do funcionamento do Windows [e dos seus belos bugs] e rapidamente surgiu o Windows 98. Tinha agora um Pentium III 800MHz. E vejam o salto! De 166MHz para 800MHz, era uma grande diferença. Para além deste avanço em velocidade de relógio no CPU, passei de uns meros 2Gb de disco para 6Gb [actualmente a minha pen USB tem esta capacidade]. Já jogava alguns clássicos, como GP2/3, FIFA 99'/2000 entre outros jogos. E em 1998, surgiu algo que fez toda a diferença: Internet. Aderi à Netcabo em 1998 com uma ligação de 640kbps/128kbps.<br /> <br /> A partir desse momento, evoluí em termos do mundo informático. Tinha acesso a tudo e mais alguma coisa. Estava ligado ao mundo, por assim dizer. Comecei a ler muito online [detestava ler até então] e a aprender milhares de coisas sobre milhares de temas. Comecei a aperceber-me que não existia só Windows e que lá fora havia pessoas com MAC e com Linux. O primeiro que experimentei foi o Linux, com a distribuição Red Hat [não me lembro da versão, actual Fedora]. Depois cheguei a instalar Mandrake [actual Mandriva] e actualmente utilizo Ubuntu, embora já tenha usado, também, SUSE da NOVELL.<br /> <br /> Continuando a história, pouco tempo depois surgiu o Windows XP. No Pentium III 800MHz já não corria assim tão bem, e por isso, mal o instalei, desinstalei-o e voltei para o Windows 98 [desta vez para o SE - Second Edition]. Tinha ultrapassado o Windows ME porque era um sistema operativo cheio de bugs. Sentindo a necessidade de evoluir, recebi, num natal, um Pentium 4 a 2.4 GHz. Havia superado e dobrado a barreira dos 1000MHz! Funcionava, então, a 2400MHz.<br /> Após esta evolução, instalei definitivamente o Windows XP [ainda utilizo] e foi um grande salto porque o XP trazia muita qualidade enquanto software e tinha muitas vantagens para o hardware: tudo era instalado automaticamente [não eram precisas drivers, praticamente].<br /> <br /> Entretanto ingressei no IST, no pólo do Tagus Park. Nessa altura arranjei um portátil. Um Pentium M a 2.0 GHz com 1Gb de ram. No ISTagus, têm salas com Suns, MACs, Windows e Linux. Comecei por experimentar os Suns, e nunca me convenceram muito, simplesmente porque havia cerca de 8 terminais ligados a um servidor, mas que, este, simplesmente não aguentava tanto processamento. Por isso, nunca consegui explorar o SO da Sun.<br /> <br /> Depois, passei para os MAC. Cerca de 10 computadores PowerPC com o seu monitor e o MAC OS X. Simplesmente mais eficaz na gestão de recursos do sistema do que o Windows, e uma organização e qualidade de software, também bastante superior. Comecei a ligar mais aos MAC e ainda há-de vir o dia em que compro um [it just works].<br /> <br /> Cerca de um ano depois, surgiu o WIndows Vista. E tal como quando surgiu o XP, o meu Pentium III a 800MHz, não suportava muito bem e até ficava lento. Com o Vista, experimentei-o no portátil, o Pentium M a 2.0 Ghz com 1Gb de ram, e apesar de correr e funcionar razoavelmente bem e estável, notava-se que puxava muito pelo processador e aquecia bem mais do que no XP. Rapidamente mudei de novo para o XP. Como em tudo, os SOs tendem a evoluir e a puxar pelos processadores e pelo resto do hardware. Como sempre fui um homem da MS, hei-de vir a comprar uma nova máquina que aguente o Windows Vista, mas como aconteceu na transição do Windows 98 SE para o XP, assim acontecerá com a transição do XP para o Vista.<br /> <br /> Contudo, hoje em dia tenho instalado, no portátil, um sistema com dual boot em que de um lado tenho o Windows XP Pro SP2 e do outro, o Ubuntu 7.04 Feisty Fawn. Este último é uma famosa e recente distribuição de Linux que conseguiu passar à frente de muitas outras conhecidas como a do Mandriva, Fedora, Debian e mesmo do SUSE. Embora estes ainda sejam usados por muita gente, a percentagem de utilizadores a utilizar Ubuntu é francamente superior. Actualmente existem 4 grandes tipos de SO: Windows, MAC OS, Sun e Linux. Neste último, como é um sistema operativo opensouce, ou seja, aberto ao público para trabalhar nele e de graça, existem as chamadas distribuições de Linux. Actualmente existem centenas delas. E no top das mais conhecidas e usadas está, então, o Ubuntu. É um sistema free [grátis e livre] que oferece praticamente a mesma qualidade de software que é possível encontrar no Windows. E a grande vantagem é que todo o seu software pode ser partilhado, encontrado e descarregado de graça.<br /> <br /> O grande problema na escolha de um sistema operativo, prende-se com a relação qualidade/preço que ele oferece. Se compararmos um Windows VIsta com um MAC OS X Leopard, o Vista perde claramente para o Leopard, mas em contrapartida, o Vista tem uma história de todas as versões de Windows atrás de si, que lhe proporcionaram milhões de utilizadores e software feito apenas para ele. Com esta grande "massa associativa", é possível que a MS ainda venha a ter muita gente a utilizar o Vista. Mon, 13 Aug 2007 01:26:01 GMT http://mwmdev.com/reviews/18/Operating-System Wacom Volito 2 - Draw Há já algum tempo que trabalho em 3D, nomeadamente a desenhar carros. Quando se modela um carro em 3D, normalmente dá jeito ter uma "ferramenta" que se chama blueprints. As blueprints, não são mais do que plantas com as vistas ortogonais de um objecto, projectado num plano. Ou seja, a vista frontal, traseira, de topo, e de lado. Muitas vezes é difícil arranjar as 4 mas em todo o caso as que se tiver já ajudam. Com as blueprints mais algumas fotografias em perspectiva, auxiliares, do que se está a desenhar, consegue-se um modelo bastante fiel do objecto original. Devido ao facto de estar dependente das blueprints de um carro, por exemplo, para poder criar o seu modelo, decidi arranjar a ferramenta que faltava. Ora as blueprints são imagens 2D. Para se desenhar com um rato, ou se tem muito jeito, ou se demora horas por se terem de fazer constantes correcções ao desenho. Foi então que surgiram as pens com os tablets. Usando um tablet como leitura da caneta digital, consegue-se digitalizar o traçado com mais rigor e ainda com diferentes níveis de pressão. E com software apropriado, até se consegue diferentes tipos de traço: caneta [diferentes tamanhos], pincel, etc. E portanto, agora arranjo a fotografia real de um carro que queira desenhar, desenho um simples sketch por cima, e usando vectores, crio as principais linhas do carro, ainda em perspectiva, que depois consigo manipular para criar as vistas ortogonais que, por sua vez, geram as blueprints pretendidas.<br /> <br /> Outra grande vantagem deste tablet é que consigo criar outro tipo de carros mais custom. Posso pegar nas linhas de um carro e modificá-las ao meu gosto com a caneta e depois, usando, de novo, os vectores, crio o desenho à minha maneira, e finalmente o novo modelo 3D.<br /> <br /> O que comprei é da Wacom. Existem vários modelos e pelo que li, a Wacom tem já algum prestígio na área dos tablets. O que comprei tem um tamanho pequeno. Vem em formato A6 [4 vezes mais pequeno que uma folha A4]. Contudo, dá perfeitamente para fazer alguns desenhos. Ainda há outros tipos de tablets, que têm um suporte transparente e que se encaixam no próprio monitor e assim desenhamos mesmo em cima do desenho que estamos a ver. Isto não acontece no meu Wacom Volito 2 porque eu desenho a olhar para o monitor, mas no entanto a caneta está a desenhar noutra superfície em baixo. Mas é uma questão de hábito. Ninguém usa o rato a olhar constantemente para ele [objecto] para ver se está com o cursor a apontar para o sítio certo e na zona certa da mesa. Chega a ser absurdo pensar assim. No entanto, para desenhar-mos e para escrever-mos com canetas, estamos habituados a olhar para a caneta e para o desenho em simultâneo porque a caneta está a escrever no papel e nós estamos a olhar para o papel. Com este tablet, isso não acontece, escrevemos no tablet [como se fosse com um rato, mas com precisão de caneta] e olhamos para o ecrã.<br /> <br /> Tenho aqui alguns desenhos que estive a trabalhar. Alguns foram passados por cima de imagens de carros e outros foram feitos do zero. Ainda incluí alguns desenhos vectoriais finais também usando a caneta digital, embora estes sejam fáceis de criar com o rato porque apenas envolve mexer em linhas fixas.<br /> <br /> Quando as fotografias estiverem online aviso. Mon, 13 Aug 2007 01:20:20 GMT http://mwmdev.com/reviews/4/Wacom-Volito-2